domingo, 6 de novembro de 2016

7 Coisas que não impressionam mais

Comecei a ver o mundo um pouco diferente desde que decidi ter menos coisas. Passei a enxergar de um ângulo distinto a maneira como a sociedade define o êxito. Muitas vezes, quem ganha, gasta ou poupa mais do os outros, automaticamente se transforma em ’alguém de sucesso’.
Mas isto está errado. Conheço algumas pessoas maravilhosas que decidiram não focar nos bens materiais, e só por isso já deixam de ser consideradas ’de sucesso«.
Dependemos de forma muito arraigada da aprovação da sociedade. E por isso muitas pessoas procuram uma atividade mais ’decente’, erguendo uma espécie de fachada de sucesso.
Aqui vai uma pequena lista das coisas que não me impressionam mais:

1. Roupa de marca

Nunca entenderei por que é tão importante a marca das roupas nas etiquetas. Muitas vezes as pessoas pagam para se transformarem numa propaganda ambulante.Os logotipos em camisetas, bolsas ou relógios não me surpreendem. Em vez disso, admiro aqueles que conseguem me impressionar com sua personalidade e caráter.

2. A quantidade de quilates em joias

No meu novo livro há um capítulo sobre Brian e Nicole, que estão casados há 5 anos e todos os dias sacrificam algo para pagar a dívida do anel de noivado. Talvez algum de seus convidados tenha admirado o tamanho da pedra, mas a maioria nem sequer prestou atenção. O esforço vale a pena?

3. O custo do carro

É claro que a segurança do carro é muito importante, sobretudo se passamos muito tempo dentro dele. Mas agora os carros de luxo e esportivos se transformam em algo além de um simples meio de transporte. Por exemplo, hoje são mais uma boa forma de provocar a admiração por parte das outras pessoas enquanto o semáforo está vermelho.

4. O tamanho da sua casa

Uma casa própria é a garantia da estabilidade e da paz, e eu me senti realmente orgulhoso quando comprei uma casa para minha família. Mas alguns anos atrás nos mudamos para uma casa menor, e nunca me arrependi desta decisão. Quando passo em frente a mansões ou casas enormes, me lembro do quanto somos felizes em nossa pequena e confortável casinha.

5. A quantidade de dinheiro na sua conta bancária

A medida absoluta do sucesso neste mundo moderno é o tamanho da riqueza das pessoas. Não somos os primeiros a dar este enfoque, tais padrões existem desde sempre. Mas será que a quantidade de recursos economizados em sua conta bancária realmente serve como medida de sucesso? Será que a quantidade de boas ações que fazemos ao longo da vida não é uma medida mais adequada?

6. O modelo do seu telefone celular

Há poucos dias eu estava passeando num parque com meus filhos e seus amigos. Fiquei muito surpreso ao ver que os garotos falavam sobre tecnologia. «Qual iPhone você tem? Que modelo é este? Adivinhem quem ganhou um novo smartphone de presente de aniversário?». As crianças menores de 10 anos gastam seu tempo discutindo as últimas tecnologias. Eu ia interrompê-los, mas me ocorreu que nós, os adultos, não estamos muito longe disso.

7. As fotos nas redes sociais

A maioria das pessoas publica imagens bonitas de suas vidas, de roupas novas e pratos de restaurantes, de shows e de corredores de aviões. Estas fotos são cuidadosamente selecionadas e só os momentos mais interessantes são publicados. É estranho, mas depois culpamos as revistas de moda e a publicidade pelo uso excessivo do Photoshop enquanto nós mesmos editamos nossas vidas antes de compartilhá-las nas redes sociais.
Vamos começar a impressionar e inspirar as outras pessoas não com nossas coisas, mas sim com nossas próprias vidas e experiências.
Fonte: becomingminimalist
Tradução e adaptação: Incrível.club

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O doutor Estranho e a Porta Dimensional



Porta para a outra dimensão.

No mês de Novembro de 2016, irá estrear  nos cinemas do Brasil o filme "Doutor Estranho". Ainda não faço idéia da trama do filme, mas assistindo o trailer, o que me chamou a atenção, dentre os muitos efeitos especiais do filme, foi a porta dimensional, onde os personagens viajam de um lugar para outro através de um buraco na película do espaço-tempo. Não sabemos o quanto essa teoria seja possível, e se de um dia será provada, mas por enquanto, a realidade mais desagradável que temos disso, é a morte.

A morte tem sido interpretada pela Religião, pela Ciência e pela Física de muitas maneiras. Não quero aqui entrar no mérito interpretativo e doutrinário dessas ciências. Quero pensar na morte como uma passagem dimensional para um outro tempo e espaço, como uma porta que separa esse mundo para um outro. Um mundo melhor, um mundo diferente desse em que estamos.

Existem documentários dos mais variados temas na Internet, e daquilo que os médicos chamam de experiência de "quase morte", ou seja, situações onde pacientes, por alguns minutos ou mais, seus corações deixaram de bater e que eles, os médicos, praticamente, tiveram que "ressuscitar" tais moribundos. 
Pelo depoimento de tais pacientes as experiencias são as mais estranhas, maravilhosas e até mesmo, bizarras que eles tiveram. Alguns se viram num jardim muito florido e conversaram com pessoas que partiram antes delas; outras num grande e extenso túnel sem jamais conseguirem chegar ao fim dele, outras ainda, tiveram percepções instantâneas de suas vidas passarem como um filme diante de si e outras viram seus próprios corpos em tratamento na sala de cirurgia onde médico e enfermeiros desesperadamente tentavam ressuscita-los. São muitas as descrições de tais experiências. 

O ponto que quero salientar é:

Se houvesse uma passagem assim, você a atravessaria?
Contudo, essa passagem não te permitiria regresso. Você não teria a opção de voltar aqui de novo.
Você trocaria a companhia dos que vivem aqui pela companhia daqueles que já partiram e estão num lugar infinitamente melhor do que esse nosso?
Se um portal assim se abrisse, você passaria por ele?

Reinaldo de Almeida

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Dogma da Igreja Católica



 OS SETE PECADOS CAPITAIS

O nome da maldade: os demônios que correspondem a cada pecado capital

A lista de pecados capitais constitui um compêndio moral que é utilizado desde o início do cristianismo para doutrinar seus seguidores.

Apesar de não aparecer em nenhuma parte da Bíblia, há séculos ela é reconhecida dentro da Igreja Católica como um guia de conduta.
Durante o século XVI, Peter Binsfeld, um teólogo e bispo alemão, famoso por integrar a campanha sanguinária de caça às bruxas da época, atribuiu um demônio a cada um dos pecados capitais. 

Convencido de que o exército de Satanás estava usando vários servos para apartar os fiéis do caminho do bem, ele alertava em seu tratado sobre as múltiplas faces utilizadas pelo mal. 

À luxúria correspondia Asmodeus, que teria tido milhares de filhos demoníacos com Lilith, a primeira esposa mitológica de Adão.
O demônio da gula era Belzebu, um dos príncipes das trevas.
Mamon era o senhor da avareza. O nome em hebreu pode ser traduzido como tesouro, dinheiro ou riqueza. 

À preguiça ele atribuiu o temível Belphegor, responsável por levar os homens a um caminho de indolência, prometendo riquezas sem esforço. 

Ámon foi o demônio da ira. Capaz de conhecer o passado e o futuro, ele era o responsável por vigiar aqueles que haviam feito um pacto com o diabo. 

Leviatã era o príncipe da inveja. Ele era representado como um monstro marinho, possivelmente uma encarnação da serpente que tentou Adão e Eva no paraíso.

Lúcifer, o anjo banido dos céus por desafiar o poder de Deus, foi considerado o demônio da soberba. 

Fonte: Super Curioso

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Porque não acredito num Islã pacífico!



Paradoxos difíceis de entender
Os muçulmanos não estão felizes...
· Eles não estão felizes em Gaza.
· Eles não estão felizes na Cisjordânia.
· Eles não estão felizes no Egito.
· Eles não estão felizes na Líbia.
· Eles não estão felizes na Argélia.
· Eles não estão felizes na Tunísia.
· Eles não estão felizes em Marrocos.
· Eles não estão felizes no Iêmen.
· Eles não estão felizes no Iraque.
· Eles não estão felizes no Afeganistão.
· Eles não estão felizes na Síria.
· Eles não estão felizes no Líbano.
· Eles não estão felizes no Sudão.
· Eles não estão felizes na Jordânia.
· Eles não estão felizes no Irã.
· Eles não estão felizes na Somália.
· Eles não estão felizes no Paquistão.
· Eles não estão felizes em Bangladesh... etc.


A grande maioria quer fugir de lá para se refugiar em outras terras...
Onde os muçulmanos estão felizes?
Eles estão felizes na Inglaterra.
Eles estão felizes na França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes em U.S.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.


Eles estão felizes em qualquer outro país no mundo que não está sob um governo muçulmano.
E quem eles culpam por estarem infelizes?
Resposta: Os países onde eles são felizes!
Eles não culpam:
· O sistema opressor do Islã.
· A liderança Islâmica corrupta.
· Nem a si mesmos...
Eles culpam os países onde estão vivendo e tendo liberdade.
Isso é tão verdadeiro ....
A democracia é realmente boa para eles, mas eles dizem que a democracia vai contra o Islã.
A democracia permite a eles viverem confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles não trabalharam para ter...
Podem até manter seus costumes. Desobedecem às leis, exploram os serviços sociais, fazem paródias de nossa política e de nossos tribunais.
Geralmente, mordem a mão que os alimenta.