segunda-feira, 9 de março de 2026

 ORGULHO JUDEU - O SACERDOTE DAS NAÇÕES

MELQUISEDEQUE

          É inegável a contribuição do povo judeu para a civilização humana.

        Deus tinha que escolher um povo para ser receptáculo inicial de sua pessoa para a raça humana expulsa do Paraíso. Em Adão e Eva, toda a humanidade pecou e perdeu o Edén paradisíaco. Até antes de Abrão em nada os judeus se diferenciavam de outras raças. Aliás, não haviam raças até bem antes da confusão linguística da Torre de Babel. Haviam descendentes familiares dos filhos de Noé: Sem, Can e Jafé. Havia um idioma, uma única raça. 

    Nesse período, as pessoas das famílias, cujo núcleo se distinguiam pelo idiomas que falavam, ficaram no Antigo Oriente Médio, eram todos semitas, ou seja, não havia exclusividade alguma por uma família específica. Haviam sacerdotes do Altíssimo em várias partes espalhadas naquele mundo até então. Até onde sabemos os filhos de Jafé foram para o norte e leste do hemisfério, os filhos de Can, foram para o Oeste e sul do hemisfério e a maioria dos semitas permaneceram no Médio Oriente. Uma grande quantidade de sacerdotes do Eterno, do qual nunca ouvimos falar já ministravam, profetizavam e serviam ao Altíssimo. 

    A Biblia judaica só mencionam homens ligados a descendência abraâmica. E outros homens de outras familias? Imagino sacerdotes descendentes dos mais variados povos linguisticos e idiomáticos descendentes dos tres filhos de Noé. A possibilidade do sacerdote de Shalém, Melquisedeque, ser um dos próprios filhos de Noé era muito grande. Abraão pagou o dízimo para ele.

Continua...

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