quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A cruz nossa de cada dia.




As vezes as doenças são consequências de um pecado; de uma desobediência de algum mandamento de vida dado por Deus. Por que afinal, o que é "pecado" senão  um "desvio" de um mandamento que gera vida? Pecado não é capricho de um deus mesquinho. Quando admitimos e falamos no pecado, já é um agir de DEUS em nossas vidas. Incredulidade, ansiedade, preocupação também são pecados (Marcos 9:1 a 30). A cruz de Jesus nos salvou eternamente. 
Porém existem duas dimensões a serem percebidas nessa questão sobre "pecado":

  1. Existe Pecado (no singular) como essência dos seres humanos, Davi disse: em "pecado" me concebeu a minha mãe - Salmo 51.
  2. E "pecados" (no plural) como ações nas mais diversificadas formas e sutilezas!
A Cruz de Cristo nos salvou nas duas dimensões. Quando acerca de |Jesus, João Batista disse: "Eis o Cordeiro que tira o pecado (singular) do mundo" O texto original indica uma ação contínua de perdão que aconteceu, acontece e acontecerá continuamente!

Mas, e esse é um grande "mas", Jesus disse que cada um, veja bem, cada um, individualmente sua cruz e segui-lo. Isso é, diariamente!

Por que? 

A nossa cruz nos salva de nós mesmos, porque temos que carregar o Evangelho como consciência de nossa fragilidade diante do mal.

Todos os dias; o orgulho, a arrogância, mentiras, petulância sutis.

Em termos de fé, qualquer outra coisa que não seja Jesus, não tem valor. O carregar da cruz de Jesus começou no útero de Maria e durou a vida toda, quando se submeteu a virar homem.

Jesus carregou sua própria cruz, quando se submeteu à condição humana sendo Ele Deus!

A glória de Deus, se manifesta em nós quando sofremos e permanecemos fiéis. 

Como mostra o episódio do menino possuído em Marcos nos mostram, não adianta discutir e se auto-afirmar, pois agindo assim, os discípulos não conseguiram expulsar os demônios e a casta  que estava no menino endemoniado não saía. Tinha muitos egos ali se auto-afirmando.

Enquanto os discípulos discutiam com os escribas a fé foi embora, perdeu-se o foco em Jesus. 

Oração e jejum serve para tirar as castas que estão dentro de nós, a crosta cultural, religiosa, familiar que o diabo colocou durante a nossa vida, e que é muito difícil expulsar se Jesus, o crucificado, não estiver dentro de nós.

Reinaldo de Almeida
(colaboração da Célia)

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